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Perguntas Frequentes

A página de FAQ’s disponibiliza respostas rápidas às dúvidas mais comuns, facilitando o acesso à informação e melhorando a experiência do utilizador.



Qual o nome do projeto?

O nome do projeto é PATRIMÓNIO CULTURAL 360®.

O projeto tem identidade gráfica?

Sim. PATRIMÓNIO CULTURAL 360® é uma marca registada e com identidade gráfica própria.

O que é o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O PATRIMÓNIO CULTURAL 360® é um projeto público que tem por objetivo a disponibilização online, universal e gratuita do Património Cultural Português em formato digital, incluindo filmes documentários, digitalizações 2D e 3D de bens culturais móveis e visitas virtuais a museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos. Promovido pelo Património Cultural, I.P. e financiado pela União Europeia através do Plano de Recuperação e Resiliência, o projeto recorre a tecnologias digitais avançadas e a equipas multidisciplinares, assegurando elevados níveis de detalhe, precisão técnica e fidelidade científica.

Qual o objetivo do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O PATRIMÓNIO CULTURAL 360® tem como objetivo contribuir para modernizar a infraestrutura tecnológica dos equipamentos culturais públicos e promover a sua transição digital, contribuindo para a salvaguarda da herança cultural portuguesa, o maior acesso e qualidade da sua fruição pública, o aumento do consumo de atividades culturais e a conquista de novos públicos, entendendo-se cultura como valor essencial, individual e coletivo, de identidade, sentido de pertença e exercício de cidadania.

Quem é o promotor do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O promotor do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® é o Património Cultural, I.P., instituto público do Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, responsável pela preservação, valorização e promoção do património cultural em Portugal, cabendo a coordenação do projeto ao seu Departamento de Transição Digital.

Quem são os parceiros do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® conta com parceiros institucionais, incluindo entidades públicas e privadas, comissões de coordenação e desenvolvimento regional, municípios, empresas públicas, entidades religiosas e arquivos.

Quem financia o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O PATRIMÓNIO CULTURAL 360® teve início com financiamento da União Europeia através da Medida "Digitalização de Artes e Património" do Investimento "Redes Culturais e Transição Digital" da Componente "Cultura" do Plano de Recuperação e Resiliência. Concluída a fase inicial financiada pelo PRR, o projeto é assegurado pelo promotor e parceiros.

Qual o valor do investimento no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O financiamento europeu do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® foi de 14.486.017,50€, tendo sido acrescido de investimento próprio do Património Cultural, I.P.

Quantos equipamentos estão incluídos no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® abrangeu logo na sua fase inicial 83 museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos distribuídos por todo o território nacional continental, pretendendo-se o permanente alargamento deste número.

Se o tempo médio de visita a cada um dos 83 museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos fosse de 1h30 e se se considerasse um tempo médio de deslocação entre equipamentos, seriam necessárias cerca de 125 horas de visita e aproximadamente 82 horas de deslocação para os percorrer todos presencialmente.

Que tipo de equipamentos estão incluídos no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® abrange museus, palácios, monumentos e sítios arqueológicos.

Já imaginou que se tentar dizer o nome de um museu, monumento, palácio ou sítio arqueológico em Portugal, muito provavelmente, este fará parte do PATRIMÓNIO CULTURAL 360®!

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® apenas inclui equipamentos culturais?

Não. O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® inclui também outras realidades, como a Coleção de Arte Contemporânea do Estado, para além de bens associados a museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos.

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® apenas inclui património cultural material?

Não. O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® inclui conteúdos dedicados a aspetos imateriais da cultura portuguesa, como tradições, costumes e saberes, através de filmes documentários.

Que tipo de digitalizações estão incluídas no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® inclui digitalizações 2D, digitalizações 3D e visitas virtuais, às quais se junta a produção de filmes documentários.

O que é digitalizado no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

As digitalizações do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® incluem sobretudo bens culturais móveis que fazem parte de coleções de museus, que estão integrados em monumentos ou que constituem espólio de sítios arqueológicos, abrangendo tipologias muito diversas.

Quem decide o que é digitalizado pelo projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

Os bens culturais móveis a digitalizar no âmbito do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® são selecionados pelas equipas de cada museu, monumento, palácio ou sítio arqueológico a que pertencem.

Quantas digitalizações foram planeadas na fase inicial?

Na fase inicial, o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® previu a digitalização de 59.500 objetos, 65 visitas virtuais e 7 filmes documentários.

Já imaginou que para registar um objeto em 2D são precisos em média 8 fotografias, o que, multiplicado por 59.500 objetos, resultará na produção de mais de 476.000 fotografias de alta resolução!

Como posso ter acesso às digitalizações produzidas pelo projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

As digitalizações do PATRIMÓNIO CULTURAL 360® são armazenadas no arquiv@ – arquivo online do Património Cultural, I.P. e disponibilizadas online no PORTAL PATRIMÓNIO CULTURAL 360® à medida que são produzidas.

Quem pode ter acesso às digitalizações produzidas pelo projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O acesso às digitalizações PATRIMÓNIO CULTURAL 360® é livre, universal e gratuito, sendo sujeito a autorização prévia apenas quando para fins comerciais.

Os filmes documentários produzidos pelo projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® podem ter emissão televisiva?

Sim. Os filmes documentários incluídos no PATRIMÓNIO CULTURAL 360® são produzidos em formatos compatíveis com online, televisão e cinema.

Os filmes documentários produzidos pelo projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® podem ser projetados em sala de cinema?

Sim. Os filmes documentários incluídos no PATRIMÓNIO CULTURAL 360® são produzidos em formatos compatíveis com online, televisão e cinema.

Quais os públicos-alvo do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® dirige-se a todos os cidadãos, com especial enfoque em profissionais da cultura e do turismo cultural, investigadores, professores, estudantes e interessados por arte, história e cultura.

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® inclui formatos infantis?

Sim. Apesar de na sua fase inicial contar ainda com poucos formatos finais especificamente direcionados ao público infantil, as digitalizações produzidas permitem no futuro a criação de produtos direcionados a esse tipo de público, incluindo formatos de gaming e realidade aumentada.

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® inclui formatos direcionados a públicos com necessidades especiais?

Na fase inicial, o projeto não inclui formatos finais especificamente direcionados a públicos com necessidades especiais; contudo, as digitalizações produzidas permitem no futuro a criação de soluções como impressão 3D para perceção tátil por público invisual.

Onde posso ter mais informação sobre a componente técnica do projeto?

A evolução do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® pode ser acompanhada na subpágina "Making Of", dedicada a partilhar o processo, com enfoque nas equipas, nos profissionais e nas tecnologias.

Quantos profissionais estão envolvidos no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O PATRIMÓNIO CULTURAL 360® envolve várias equipas multidisciplinares, sendo que o número de profissionais varia ao longo das diferentes fases do projeto, em função da natureza e da intensidade das atividades em curso. Este envolvimento inclui especialistas dedicados às áreas técnicas, científicas e tecnológicas, bem como as equipas dos museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos integrados no projeto.

Já imaginou que, se o número de profissionais especializados envolvidos diretamente na fase inicial do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® foi superior a 50, envolvendo mais de uma dezena de empresas privadas, e o número estimado de profissionais que trabalham diariamente nos museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos em Portugal é de cerca de 5.000, o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® envolveu logo no início mais de 5.000 profissionais!

Que áreas profissionais estão envolvidas no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

As equipas envolvidas incluem profissionais das áreas da informática, conservação e restauro, fotografia, modelação e design gráfico, com colaboração de investigadores de ciências sociais e humanas e participação de especialistas universitários.

Que tecnologias são usadas no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

As digitalizações no âmbito do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® recorrem a tecnologias como fotografia de alta resolução, fotogrametria, laser scanning e modelação 3D.

Sabia que, apesar dos enormes avanços tecnológicos na área da modelação tridimensional, os objetos em vidro continuam a ser dos maiores desafios para os profissionais da digitalização, implicando muitas das vezes soluções híbridas recorrendo a mais do que uma tecnologia!

As tecnologias usadas no projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® são inovadoras?

As tecnologias utilizadas encontram-se entre as mais avançadas, sendo destacado que o aspeto mais inovador do projeto reside também nas metodologias de trabalho, nas soluções híbridas e no modelo de gestão que permite digitalizações massivas a uma escala inédita em Portugal.

Já imaginou a complexidade de relacionar milhares de digitalizações de milhares de objetos produzidas em simultâneo por várias equipas de digitalização distribuídas por todo o país com a respetiva informação descritiva, como número de inventário, matéria e técnica de fabrico, cronologia, autoria, dimensões, etc.!

Onde ficam armazenadas as digitalizações produzidas pelo projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

As digitalizações PATRIMÓNIO CULTURAL 360® são conservadas no arquiv@ – arquivo online do Património Cultural, I.P., com cópias de segurança e funcionamento em redundância, enquadradas em políticas de preservação digital.

O arquiv@ tem por base um software de código aberto (open source) chamado AtoM – Access to Memory, promovido pelo Conselho Internacional de Arquivos (ICA). A utilização de softwares de código aberto é recomendada pela ONU e organizações internacionais de referência como a Open Preservation Foundation, a OSI, a FSF, a ENISA, o NIST e o World Bank, promovendo transparência, sustentabilidade e independência tecnológica dos arquivos públicos. Entre alguns dos maiores utilizadores encontram-se a NATO, The Archives of the European Union, UK National Archives, City of Vancouver Archives e a Universidade de Brasília, entre outros!

Onde se faz o armazenamento das digitalizações?

O armazenamento é efetuado em servidores físicos em território nacional, distribuídos por diferentes localizações geográficas, duplicados por motivos de segurança, com cópias de segurança automáticas e funcionamento em redundância.

Que espaço de armazenamento preveem que ocupem / ocuparam as digitalizações?

Apenas considerando a sua primeira fase, as digitalizações produzidas pelo projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® atingem cerca de 500 TB.

Já imaginou que, se um DVD tem cerca de 4,7 GB de capacidade de armazenamento e uma espessura de aproximadamente 1,2 cm, para conseguir atingir 500 TB, seriam necessários cerca de 106.382 DVDs e, se os empilhasse, atingiria 1.277 metros de altura. Sendo o monumento histórico mais alto de Portugal a Torre dos Clérigos, com 76 metros de altura, seriam precisas 17 Torres dos Clérigos para atingir esta altura!

Quando começou o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

Os trabalhos de digitalização começaram em outubro de 2023 e, em 16 de janeiro de 2025, foi feita a apresentação pública do projeto, passando desde então a usar a designação PATRIMÓNIO CULTURAL 360®.

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® tem data de término?

Não. O investimento europeu de lançamento do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), terminou em 31 de março de 2026, contudo, a sua continuidade é garantida pelo Património Cultural, I.P.

Em que sentido evoluirá o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® continuará a evoluir no sentido de incluir não apenas mais digitalizações, mas igualmente um maior número de parceiros, alargando o projeto ao maior número possível de museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos, tornando-se progressivamente um projeto colaborativo, partilhado e de referência na área da salvaguarda e divulgação da herança cultural portuguesa.

Já alguma vez foi tentado algo assim?

Um dos aspetos mais inovadores do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® é a escala do projeto, sendo, a esse nível, um dos maiores projetos de digitalização alguma vez tentados.

O que mais destaca o PATRIMÓNIO CULTURAL 360®?

O que mais destaca o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® é a ambição de disponibilizar online e de modo universal uma tão grande quantidade de informação, recorrendo às mais avançadas tecnologias de digitalização.

Que impacto terá o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® na divulgação da cultura portuguesa?

Ao disponibilizar online, a uma escala inédita, objetos, edifícios e lugares, tradições, costumes e saberes que são testemunho, repositório, símbolo e referência da herança cultural portuguesa, o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® contribui de forma única para a divulgação da história, cultura e identidade portuguesa, não só em Portugal, mas no mundo.

Já imaginou qualquer pessoa no mundo poder "ver" em 3D, a qualquer momento, em qualquer lugar, a escultura "O Desterrado", esculpida em 1872 por António Soares dos Reis e hoje exposta no Museu Nacional Soares dos Reis!

Que impacto tem o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® em termos de fruição pública?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® permite novas formas de ver, sentir e experienciar milhares de objetos, edifícios e lugares, tradições, costumes e saberes que são testemunho, repositório, símbolo e referência da herança cultural portuguesa, contribuindo para atingir novos públicos, através de um acesso quase ilimitado, a qualquer um, a qualquer momento, em qualquer lugar.

Já imaginou estar a contar aos seus amigos que visitou o Castelo de Elvas e poder-lhes mostrar o que viu!

Que impacto tem o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® na investigação?

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® revoluciona o modo como se faz investigação, permitindo aos investigadores pesquisar, visualizar, manipular, ampliar, guardar, imprimir e partilhar objetos que, antes, poderiam não saber da sua existência. A capacidade de ampliação das digitalizações de alta resolução constitui só por si uma poderosa ferramenta de estudo. A possibilidade de, a qualquer momento, em qualquer lugar, poder visitar virtualmente qualquer um dos museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos disponíveis, torna o trabalho mais fácil e mais rápido.

Já imaginou a possibilidade de um investigador poder "virar" a digitalização 3D de uma porcelana chinesa e descobrir que o oleiro que a produziu deixou o seu nome escrito no fundo da peça!

Que impacto tem o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® no ensino?

A disponibilização online das digitalizações PATRIMÓNIO CULTURAL 360® permite a professores e alunos novas formas de ver, sentir e experienciar milhares de objetos, edifícios, lugares, tradições, costumes e saberes que são testemunho da herança cultural portuguesa, constituindo uma poderosa ferramenta pedagógica de apoio ao ensino em todos os seus níveis, contribuindo ainda para uma educação mais democratizada, igualitária e inclusiva.

Já imaginou a possibilidade de um professor poder dar aos seus alunos como trabalho de casa "visitar" o Mosteiro de São Martinho de Tibães e redigir uma composição, tendo como prazo limite de entrega... amanhã!

Que impacto tem o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® na salvaguarda da herança cultural portuguesa?

As digitalizações PATRIMÓNIO CULTURAL 360® constituem uma poderosa ferramenta de trabalho diário para todos os profissionais responsáveis pela salvaguarda, preservação, conservação e restauro do património cultural móvel e imóvel em Portugal, quer no apoio à decisão, planeamento, monitorização e manutenção, quer na criação de novas potencialidades, como a construção de gémeos digitais (digital twins).

Catástrofes como os incêndios do Museu Nacional do Brasil em 2018 ou de Notre-Dame de Paris em 2019 tornaram premente a necessidade de salvaguarda através da digitalização!

Que impacto tem o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® no combate ao tráfico ilícito de bens culturais?

Através da digitalização em massa de bens culturais móveis integrados em monumentos históricos, em coleções museológicas ou provenientes de escavações arqueológicas, o projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® contribui para uma maior proteção do património cultural português, potencializando o desenvolvimento de ferramentas de reconhecimento automático e a integração em projetos colaborativos internacionais de combate ao tráfico ilícito de bens culturais e obras de arte.

Sabia que em 2021 a INTERPOL lançou uma aplicação móvel chamada ID-Art destinada a combater o tráfico ilícito de bens culturais e obras de arte e que esta inclui já 52.000 objetos roubados em 134 países? Incluindo registo visual, localização geográfica e tecnologia de reconhecimento, esta aplicação móvel permite que qualquer cidadão possa identificar e reportar obras de arte roubadas.

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® não contribui para afastar o público dos museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos em Portugal?

Não. A experiência demonstra que a disponibilização de conteúdos online não só não afasta o público presencial dos equipamentos culturais, como contribui para o seu aumento, constituindo uma poderosa ferramenta de divulgação, mediação e captação de público, como produto complementar e não concorrencial.

Sabia que estudos realizados, por exemplo, pela fundação Google Arts & Culture ou pelo Smithsonian Institution, concluíram que equipamentos culturais que digitalizam as suas coleções e oferecem experiências online tendem a registar um aumento no número de visitantes presenciais, especialmente entre jovens e turistas internacionais, curiosos de ver as obras e os espaços ao vivo!

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